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WhatsApp no escritório: como usar sem cair em captação de clientela

O WhatsApp é o canal onde o cliente prefere falar, inclusive com advogado. Usá-lo é permitido; o que a OAB veda é transformá-lo em ferramenta de captação ativa. A diferença está em quem inicia a conversa.

O WhatsApp virou o canal preferido para falar com qualquer negócio, e com escritório de advocacia não é diferente. Ter um WhatsApp de contato no site é natural e permitido. O que faz alguns advogados travarem é a dúvida: isso não é captação? A resposta está em uma linha simples: quem inicia a conversa.

A linha entre contato e captação

Se o cliente procura o escritório e manda a mensagem, você está apenas atendendo quem veio até você. Isso é contato, e é permitido. A captação vedada é o inverso: você abordar ativamente uma pessoa que tem um problema específico, oferecendo serviço. Um botão de WhatsApp no site, para quem quiser falar, está do lado certo da linha. Uma mensagem sua caindo na caixa de alguém que sofreu um acidente, oferecendo ação, está do lado errado.

Como usar bem, dentro da regra

  • Como canal de resposta. A pessoa chega pelo site ou pela busca e inicia o contato. Você responde.
  • De forma informativa. Esclareça dúvidas e explique como funciona uma consulta, sem prometer resultado nem usar valores como chamariz.
  • Organizado. Ligado a um sistema, cada contato fica registrado e nada se perde no histórico, o que ajuda o escritório a não deixar quem procurou sem retorno.

Usado assim, o WhatsApp é um canal de atendimento sério, não uma máquina de captação. É como eu conecto o WhatsApp num site de escritório: para receber quem veio, não para caçar quem não pediu.

Quer o WhatsApp do escritório organizado e dentro da OAB? Me chama no WhatsApp.

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